Respeitando a existência do outro estaremos cuidando do meio ambiente.
Hoje de manhã bem cedo tirei a TV dos sangrentos telejornais e tive uma alegria. Encontrei um jornalista que dava uma entrevista e cujas idéias eu comungo.
Há muito que quero desenvolver e escrever sobre um assunto fascinante para mim, sobre Antropologia, o estudo do outro, como vivem outras culturas, outros povos, outras religiões, outros costumes, outra alimentação.
Este senhor jornalista Washington Novaes falava sobre cientistas famosos, professores, escritores, pesquisadores, que se preocuparam em ver o mundo pelo outro lado do rio, e nunca mais ser a mesma pessoa.
Darci Ribeiro, Villas Boas, Pierre Class são apenas alguns que estou acompanhando de suas citações.
O outro é tudo aquilo que não se assemelha com o nosso eu, nossos hábitos, costumes e crenças. O Índio é exatamente o oposto de nós vivem sem regras, ordens, sem subalternos, sem patrões, não precisam de leis mas as possuem por instinto e as respeitam. Dando valor ao Pagé que conheçe as coisas ensinadas pelos mais velhos. Vivem sem consumismo do “ eu tenho que ter pois minha vizinha tem”, matam para se alimentarem como os animais que conhecemos e a filosofia de vida é simples e coerente.
Podemos tirar de uma história um aprendizado muito lindo.
Logo ao amanhecer o grupo se reune para saldar a vida, a natureza, se alimentar e o Pagé pergunta se alguém teve um sonho bom ou ruim.
Um indiozinho que diz ter sonhado com uma onça e esta corria até alcançá-lo.
Teve medo, muito medo, o Pagé diz a ele: volte a dormir e sonhe com a onça, mas não corra dela. Pois se você sabe que é um sonho nada de mal vai te acontecer mostre o seu poder sobre ela e sobre teu sonho e você vencerá todos os teus obstáculos em sonho e na sua vida.
Essas pequenas atitudes psicológicas que nascem do natural, tiram a maioria das dificuldades de aprendisado da tribo. As crianças brincam com seus objetos do futuro, panelas de barro, peneiras, machados e assim se aprontam para a vida de adulto.







